Só queria viver um verdadeiro amor, um amor que nos torna livres e vivos, um amor que nos mostra que a felicidade não é utopia.
Embora eu tenha tudo isso para dar, porque é que tenho de amar sempre alguém que tem outro alguém no coração? Porque é que tenho de ser sempre eu a fazer sorrir, mesmo quando sou eu que necessito desesperadamente de um sorriso? Porque tenho de aguentar a corda do outro, quando com a minha penso só em coloca-la em volta do pescoço.
Não serei eu merecedora de amor puro e genuíno? Aquele amor que nos constrói e não destrói, aquele amor que nos mostra que vale a pena viver, que nos trás felicidade e nos ilumina a alma.
Na verdade, sempre que amo alguém o coração dessa pessoa já tem lugar ocupado... Eu fico, eu faço tudo para curar essas feridas e no fim, eu mesma acabo ferida!
Quando parto para nunca mais voltar, é quando a pessoa percebe que eu existo no coração dela.
E fica cada vez mais tarde...
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